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09/10/2018

Patrulha Maria da Penha completa quatro anos de atuação em Suzano

Patrulha Maria da Penha completa quatro anos de atuação em Suzano

No período, mais de 1,5 mil mulheres vítimas de violência foram atendidas; iniciativa será celebrada no próximo dia 18 (quinta-feira)

A Patrulha Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal (GCM), completa neste mês quatro anos de atuação na cidade. Em celebração a esta marca, a Prefeitura de Suzano vai promover uma solenidade especial no próximo dia 18 (quinta-feira), às 15 horas, no Anfiteatro Orlando Digenova, localizado no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (rua Benjamin Constant, 682 – Centro).

De acordo com a corporação, a Patrulha Maria da Penha foi criada com o objetivo de promover a proteção da comunidade suzanense frente a casos de violência contra a mulher, prevista na lei federal nº 11.340/2006, a “Lei Maria da Penha”. Atualmente, conta com oito agentes dedicados ao trabalho de acompanhamento de vítimas e à preparação de todo o contingente da força municipal para o atendimento de ocorrências de tal natureza.

Em Suzano, nos últimos quatro anos, 1.548 vítimas de violência doméstica requisitaram medidas protetivas à Justiça. Desde então, foram realizadas 32,5 mil rondas pela GCM para garantir o cumprimento das determinações judiciais. No total, 28 pessoas foram presas em flagrante por desobedecerem às medidas cautelares que estabelecem distância mínima e ausência de contato por qualquer meio de comunicação ou pessoalmente.

A atividade agendada para 18 de outubro como forma de comemorar a atuação da Patrulha Maria da Penha, que já serviu de exemplo para outras cidades do Alto Tietê e até mesmo de fora do Estado de São Paulo, será uma palestra aberta ao público, com duas horas de duração e contará com a participação de autoridades do município.

Na oportunidade, serão tratados temas como a importância da elaboração de denúncia, o trabalho da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Suzano e dos poderes Legislativo e Judiciário no combate à violência doméstica, o engajamento da comunidade por meio de iniciativas como o programa Promotoras Legais Populares e relatos de vítimas. Serão concedidos certificados a todos os presentes.

Para a presidente do Fundo Social de Solidariedade de Suzano, primeira-dama Larissa Ashiuchi, a participação da população em torno do assunto tem aumentado nos últimos anos.